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Livro de cabeceira

01/10/2010

                                          “A menina que roubava livros”

    Depois de quase 2 anos, voltei a ler um livro para o meu entretenimento. O último foi O diário de Anne Frank, quando meu pai me disse “Barbara, é hora de parar de ler estes livros que anda lendo, está no 3° ano, e precisa começar a se preocupar com o vestibular, e ler outros tipos de livros” . O “estes livros” que ele fazia referência, eram os quais eu já estava viciada, O dirário da princesa, 1, 2, 3, 4, 5… quando eu fui pedir o 6, ele me respondeu isto. Apesar de ser um livro feito para garotas de 13 aos 16 anos, foi o que me inspirou na maneira de escrever. Mia (a princesa) escrevia de uma maneira que eu me identifiquei de primeira, e acho que hoje em dia isto reflete na minha maneira de “falar” na escrita. Bom, não variando muito do nome, segui o conselho do meu sábio Pai, fui para O diário de Anne Frank. História real, diário real de Anne, da qual existe até um vídeo aonde aquela garota Judia chegou a ser filmada, o livro parcialmente editado, é claro. Época do Hitler. História envolvente. Essas duas últimas características citadas, após quase dois anos, voltaram. Essa semana fui até a biblioteca como de costume, e dos livros que preciso ler da Federal, só resta um que existe por lá, e o mesmo estava locado. Sentei-me, como de costume, comecei a ler a revista Isto é, olhei ao lado, prateleira cheia de livros: “Livros estrangeiros”, levantei-me, abaixei-me onde continham os mais interessantes. Janis Joplin, pensei pensei, folhei, avistei Marley e Eu, pensei pensei, cachorro, hum, não. Olhei então “A menina que roubava livros”, já havia ouvido falar deste, dentre os 3 que me atraíram olhares, era o que continha mais páginas, mas isso não me assusta mais, chega a me atrair para ler um livro. Resolvido, chega dessa literatura brasileira ao menos por uma semana! Fui até a bibliotecária, e loquei. Comecei a ler, o sinal soou, subo as intermináveis escadarias, volto para a sala. Ônibus… início da leitura que começou a me lembrar de O diário de Anne Frank. Duas características semelhantes: época de Hitler/história envolvente, além de serem duas garotas novinhas-inhas.Mas, as características que mais chamam a atenção, são as totalmente distintas: Uma história real, outra parcialmente inventada (Hitler existiu, certo?) / Uma Judia, outra Alemã, loira, branquinha, Hitler (não que ela o venerasse)!

      Apesar de ainda não terminado, já considero um livro de cabeceira envolvente, e recomendável. Aliás, acho que sou uma ladra de livros, ou melhor, todos nós. Quem não tem quase uma biblioteca de livros do colégio esquecido em casa afinal? O Diário de Anne Frank que citei, é um destes… recomendável aliás.

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