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4 de outubro

04/10/2010

Nada de Dilma, serrador ou arvoridades. Hoje, o dia é Bárbaro! A televisão se acalma, 21h00, horário nobre, tudo normal. Ruas em Paz. Ao senso comum, sujas. Para mim, tornaram-se nuvens coloridas, sorridentes e que graças as gotas de água fazem com que os sorrisos se deformem. Querem atenção, olhe-as! Já é tarde, dia 04. O vento as organizam e as desorganizam. Elas cobrem as ruas escuras e melancólicas. Assopros de alívio ele admitiria – não fala, ele os faz. Acabou! O sol realça os rostos sorridentes dos algodões. O rostos deformados pela água aos meus pés. O céu desceu. Me quer. A chuva me deseja mais. Os algodões me querem. Inútil. Quem dera ontem. Mas foi, inútil seria também. Recusei-me. Meu assopro de alívio e liberdade. 4 anos.

O dia é passivo, nos rostos falantes brotam esperança. 4 de outubro. Eu sou LIVRE! Me tornei, legislativo. A liberdade soa, enaltece. Todos livres. Talvez não o Brasil, mas disso ele não sabe. Não importa, ainda é cedo. Não hoje, não até meia noite. Os algodões insistem, eu vou. Eles me querem. Eu flutuo. O dia é lindo e chuvoso, e eu floresci. Estou LIVRE. Flores… A primavera me quer, vêm a meu encontro, uma vez mais, não a última. Minha 18ª primavera!

               “Cala a boca Barbara”, Chico Buarque diria.

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