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Clogar-se ou não Clogar-se? eis a questão…

08/10/2010

  Vou começar a “discutir” esta polêmica com uma breve introdução historial.

  O que em inglês tem denominação ‘Clog’, na nossa brasileridade significa ‘Tamanco’. Até ano passado era conhecido também por ‘babuche’. Estes têm origem camponesa holandesa, eram feitos de madeira e com o bico pontudo virado pra cima. Tornaram-se febre nos anos 70, voltaram a dar as caras nos anos 90, mas nesta última retomada, não persistiram por muito tempo. Insistentemente ressurgiram no desfile de Primavera de 2010 da Chanel, na Semana de Moda de Paris, ao som de Lilly Allen.

                     

   Após este, outras marcas viram o possível sucesso, e aderiram a “nova” onda, como  Miu Miu, Prada, Gucci, Marc Jacobs, Louis Vuitton, Alexander Wang e Fendi. Logo a it girl Alexa Chung apareceu na capa da Vogue se rendendo a ele. Claro, não demorou muito para que as it girls e fashionistas aderissem a moda.

                                       

  Voltemos a polêmica. Clogar-se ou não Clogar-se? Em um primeiro momento, este é o típico calçado que no início assusta, mas logo vira um desejo consumista feminino. O que não impede de outras não chegarem nem a pensar em submeter seus pézinhos a tal, e aderem a ideia de deixá-los no passado, de onde vieram. E claro, existem as que no primeiro olhar, já se deixaram conquistar. Eu particularmente, faço parte da primeira alternativa. Foi um susto breve, admito. Mas logo encantei-me, e cloguei-me enfim.

   Vamos então a parte interessante do assunto. Os modelos não acabam mais. As opções são variáveis, modelos mais abertos do tipo peep toe, os mais românticos. Com o culto ao estilo Rock, alguns modelos apostam em tal. Tachas praticamente sempre presentes. Os Clogs trazem uma pegada bem étnica. Agora cativai-vos, inspirai-vos, conquitai-vos, clogai-vos. Vamos as ilustações.

                                  

             Este modelo pertence à Miu Miu. Estampas e estampas…

                                

   Este modelo é uma fofura. Estampa floral, o que dá um charme romântico, e um ar campestre. Uma ótima é usá-lo com vestidinhos.

                              

  Não abandonando o romantismo, olha que amor essa combinação. O Clog é simples, mas a meia com esse azul bebê, rendada, dá um charme todo especial. Basta ter criatividade.

                                           

       Este é incrível. Ele faz um estilo ankle-clog. Bem pesado. Tachas, cadarço, e o tornozelo ás escuras. Uma ótima opção para quem ainda não digeriu os Clogs, mas aprova ankle-boots.

                              

    Não poderia faltar um típico modelo Rock and roll. Nem os Clogs abandonaram a esta tendência, a qual não tende a sumir, não tão cedo. Preto, tachinhas, e uma fivela para se destacar dentre os mais comuns. (Zara)

                                   

   Este, não resisti em compartilhar. Modelo diferente, não? E os cadarços dando as cordas mais uma vez. Eu particularmente achei fofo, e me encantei. From Zara, again.

                    

   O modelos são finitos, porém inúmeros, e a febre mal começou. Portanto, conter-me-ei.

   Como usar? Tudo vai bem com Clog, Clog vai bem com tudo. Basta ter um espelho em casa e visualizar harmônia. Mas vamos à dicas um pouco mais concretas. O Jeans sempre será nosso velho amigo, mas dá para variar muito sem abandoná-lo. Calças boyfriends, skinny, ou mesmo pantalonas. Rasgadas ou em perfeitas condições. Basta ter ousadia e um bom senso. Com peças básicas, ele é a chave para dar um diferencial. Vestidos e saias de cintura alta, não tem como errar. Aliás, aposte em vestidinhos liberty, the face of summer. Shorts, macacões… Como disse, Clog combina com tudo, e tudo combina com Clog. Faça do espelho seu melhor amigo, inspire-se nas fashionistas, veja o que faz seu estilo, e Clogueie-se JÁ!

      

  Onde? Zara, Arezzo, Schutz, TNG, Cravo&Canela, estas são algumas das. Provalemente muitas outras marcas já providenciaram seus Clogs, afinal o verão está a caminho, e a infestação do mesmo, já está certa.

   Tendências sejam lançadas, seletividade seja feita. Temos este poder em nossos corpos, gostos e bolsos.

                     

          Moral da história: Clogueie-se, mas clogueie-se por prazer!

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