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Charleston

30/10/2010

                                        Charleston

                              

    Deixemos para lá a cidade estadunidense, e falemos da dança que foi nomeada com o nome de tal. Charleston. Esse estilo era dançado em comunidades negras desde 1903, mas foi apenas em 1923 que ele infestou os clubes noturnos. 

   1923, musical Broadway Runnin Wild. Charlestonse torna-se conhecido através da canção “The Charleston”, de James P. Johnson. E enquanto Hollywood infesta suas telas com os filmes anti-falas de Charles Chaplin, surge então, os “esqueletos dançantes”.

   Estamos falando da década de 1920. Pós 1ª Guerra Mundial. Chapéus até então essenciais, passaram ao uso restrito da luz do sol. O modelo mais popular era o “cloche”, enterrado até os olhos, o qual, só poderia ser usado com os cabelos curtíssimos, a “la garçonne”.                 

                                       

    Mulheres, com seus cabelos a lá garçonne, agitavam os vestidos curtos, com pernas à mostra, ao balançar dos longos colares de cristal ou ondulando as plumas e seus leques. As mãos cruzavam e descruzavam sobre os joelhos, levemente curvados. Cobertos com suas meias no tom beje, insinuando nudez, as quais, encostam e se afastam, em um ritmo um tanto quanto frenético, acompanhando a sonoridade, claro. Qualquer semelhança com a dança eletrônica de hoje em dia, não é lá uma mera coincidência. Charleston tornou-se uma influência para várias danças. As mulheres levantavam as pernas, finalizando com as mãos agitadas no ar, a lá pandeirinho. A mulher sensual, era aquela sem curvas, seios, e quadris pequenos, sabia agitar e executar os passos mais audaciosos com seus parceiros.

                                   

    Deixando os espartilhos de lado, os quais eram usado até o fim do séc. 19, surge uma liberdade feminina, pernas e colo a mostra tornaram-se constantes. A boca era carmim, pintada semelhante a um arco de cupido ou coração. Olhos bem marcados. Sombrancelhas delineadas. Pele branquinha. 

 

   Sozinho, em dupla ou mesmo com um contingente numeroso.

                             

                                              Vamos a Bailar!

  

   Want more?  Watch this http://www.youtube.com/watch?v=TRveIIe4uAs&feature=related

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