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The Pop Art History – A era do consumo

19/11/2010

    Diz-se: da modernidade à pós-modernidade ocidenteais.

   Histórias em quadrinhos, publicidade, imagens televisivas, cinema. 

   Com o objetivo de uma crítica irônica, Pop Art o fez, através de uma arte inovadora. O alvo. Uma sociedade consumista e capitalista, e seus respectivos objetos de consumo daquela época. Tal, moldando toda uma Arte e Cultura.

   Voltamos ao século XX. Falamos sobre, principalmente, os objetos de consumo provenientes dos Estados Unidos, como se ouvessem dúvidas, atingindo o Mundo todo. Todo o mundo, o qual até hoje, traz ao consumismo status de Imperador.

                        

   Final da década de 1950, pop art começa a tomar forma, e força, quando alguns artistas, após estudar os símbolos e produtos do mundo da propaganda nos Estados Unidos, passaram-no a transformá-los em tema de suas obras.

   Usufruindo de materiais, tais como: gesso, tinta acrílica, poliéster, látex. Cores intensas, a lá fluorescentes, brilhantes, vibrantes, duplicando, triplicando o tamanho dos objetos, resultando em tamanhos consideravelmente grandes, passavam o real ao hiper-real. Apesar da crítica estar ligada diretamente ao consumismo, tais artistas se apoiavam e precisavam deste. Afinal, suas inspirações vinham destes objetos capitalizados. Mas não se restringindo apenas à dependência do consumismo pelas inspirações. Afinal, a época mecenatária já não existia mais, ou seja, artistas não eram mais bancados por aristocratas. Concluindo, não é só de tinta que artistas vivem – precisavam vender suas obras.

   Trazendo a base histórica, Pop Art surgiu na Inglaterra. A britaneidade foi o berço dos primeiros artistas deste movimento. Classificados como Independent Group, o primeiro grupo de artistas deste movimento iniciava o ataque artístico ao consumismo.

   Vamos à nomes. Eduardo Luigi Paolozzi e Peter Blake foram os destaques deste Grupo Independente Britânico. Vamos às vossas obras, respectivamente.

                  

                     

                     

   Peter Blake  – criador da clássica capa do disco Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, Beatles. Dar-ei mais ênfase à este último. Principalmente em trabalhos de colagem, percebe-se neles uma veneração por Marilyn Monroe, James Dean, Beatles -como já visto – e Elvis. Não me contive, compartilhar-ei mais obras deste ‘colador’, pintor, incrívelí.

                 

                           

         

      Atravessando o Atlântico, coordenada oeste, estamos em Estados Unidos da América.

   Andy Warhol, nosso primeiro destaque da americaneidade boreal. A figura mais conhecida e controvertida do movimento Pop Art, fez questão de retratar ídolos, do cinema à música. Não deixando de lado objetos para consumo em massa. Da Coca-cola às famosas latinhas da Sopa Campbell’s. Vamos ao que nossos olhos querem ver.

                    

                        

           

                                              Mao Tsé-Tung

           

   Roy Lichtenstein,  outro destaque estadunidense, inquestionável. Talvez seu interesse em histórias em quadrinhos, fonte de inspiração para suas obras, tenha derivado de quando brilhantemente, pincelou o camundongo do Mickey para seus filhos – 1961. Cores brilhantes, planas e limitadas. E uma de suas marcas obrais: obras delineadas por um traço negro, as quais contribuíam assim, para o impacto visual.

                 

                 

                                     “Crying Girl”- 1964

                

                                    “Whaam!” – 1963
                  

                

                                    “In the car” – 1963

     Legado. Cores, criatividade, crítica social. Pop Art nasceu para revolucionar – o fez. Quando surgiu, nem considerada como arte, era. Tal, era considerada como produto, apenas. Foi ridicularizada. Enquanto os ainda alienados não percebiam a verdadeira essência deste movimento, outros sim viam o real objetivo. Uma forma divertida e inusitada de criticar tal sociedade. Quem sabe, mostrar realmente como ela agia, era, fazia. Funcionava. O fato é, Pop Art popularizou-se artisticamente, e eu, pagaria fácil por tais obras – se tivesse um salário.

   A arte deixou para o passado aquela teoria de que ela era para poucos. É evidenciado tal fato, na busca por produtos populares – para chegar aos populares.

           Como diria Andy Warhol, “Tudo é belo. POP é TUDO.”

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