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Norma Jean nos céus

07/02/2011

                                                                                                     Marilyn Monroe na Terra. 

   De fato, muito ainda há de surpreender aos admiradores da legendária Norma Jean. Ela está mais viva do que nunca. É claro que o sentido da frase anterior, deve ligeiramente, não ser encarado no sentido literal da coisa – infelizmente. Afinal, ser a mais nova garota-propaganda da grife Christian Dior, estrelar mais um filme, ser tema de Reality Show – o modismo do momento – e estar a um passo de ter contratos fechados com marcas de cosméticos, lingerie, e afins, é de se considerar uma pessoa mais do que Viva – ativa.  Portando repito, Marilyn Viva. Nas verdinhas!

   Com 85 anos, Marilyn anda circulando por aí, mais dinheiro do que no auge de sua carreira – anos 50. U$$ 5 000 000,00 apenas no ano que nos deixou há pouco. Marilyn trará seu brilho novamente com uso de tecnologia de imagem. Retornará ao cinema. Além de outras facetas que encontraram de transformar a imagem da atriz, em lucro póstumo, – não leve isso como uma crítica – após 49 anos de sua ida.

  

                                                                                                                 ‘Marilyn: August 1953’                                 

  As fotos acima, pertencem ao livro ao lado. Mais de 100 fotos inéditas, tiradas no set durante a filmagem de “O Rio das Almas Perdidas”. O livro já lançado ano passadoo, é de fato, uma relíquia aos admiradores da ícone loira de Hollywood. Fotos feitas nos seus 27 anos. Verão de 1953. Seu tornozelo machucado impediu Monroe de filmar, gerando dias vagos para ser fotografada.

   Mas meu direcionamento para esse post, não é o livro, afinal, estaria um tanto quanto atrasada com essa ‘novidade’. Foi apenas para complementar o foco do post. Marilyn. GNT novamente vai me fazer passar algum tempo fixada na tv. Um das vezes, já citada aqui no blog,  Blonde – A História de Marilyn Monroe.

   Percorrendo os 30 meses, de janeiro de 1960 há agosto de 62, Marilyn e sua insegurança a fez frequentar o consultório do psicanalista Ralph Greenson. O processo, acabou por ter seu fracasso, interrompido pelo suicídio de Norma Jean, aos 36 anos completos. O homem ao qual ela revelava suas maiores angústias pessoais, foi a última pessoa que a viu viva, e primeira a vê-la morta. É disto que se trata o livro Marilyn últimas sessões – sem pontuação alguma. Hoje, tranquilíssima no computador, a pensar em algo para publicar neste blog meramente abandonado pelo meu hiato criativo, ouço o nome Marilyn, e direciono minha atenção dos dois sentidos necessários para a TV. Audição e visão, na propaganda do próximo relato sobre uma parte da vida da única mulher citada neste post. Sem data exata, mas GNT já avisa, em março, mais revelações da vidinha um tanto quanto conturbada da queridinha de Hollywood. De fato, eu torno com esse assunto à cá, quando souber data, horário, e afins. Ainda não sei do que se trata, filme, ou em capítulos. Não sei se minha memória está péssima, ou o que, mas acredito que o nome de tal era Marilyn no Divã – ou seja, bem provável que sobre este livro. Não peguei a propaganda completa – estou tentando me justificar. Enfim, a vontade de ler o livro aumentou – e ver o acima. Inclusive, o divã foi leiloado em junho do ano passado, aonde supostamente, ela deitava, e liberava em palavras suas angústias existenciais. Além de um Raio-x de Monroe. Pois é!

                                                                                                                    O diário

   E para finalizar, mais um livro, ligeiramente baseado na vida de Marilyn. E talvez o mais interessante. O diário desta. Permanecido longe de qualquer possibilidade de divulgação, durante anos, foi enfim revelado. Dando origem ao livro Fragments, por Anna Mizrahi – a qual, ex de um professor de Marilyn.

 Marilyn iniciou a terapia da escrita, e desabafo em palavras alinhadas, aos 17 anos de idade. Revelações como o trauma de sofrer abuso sexual, a dor da psicoterapia, o fantasma da loucura hereditária, a traição e separação do dramaturgo Arthur Miller, a determinação para propagar sua arte e até mesmo a teoria de um complô formado para matá-la. Um extraordinário arquivo de poemas, cartas, notas e receitas escritas por Marilyn em seu diário veio à tona e mostra o lado profundo da sua vida privada, esclarecendo entre outras coisas sua jornada através da psicanálise, por vezes devastadores, seus três casamentos, e o mistério em torno de sua trágica morte com 36 anos de idade.

                                                                                                                                 linda, solitária e triste.

 

 

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