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as malas

10/02/2011

   Já devo ter comentado que sou respeitosamente adiantada. Além de pontual, moça de palavra, modesta, e afins. Boas qualidades para uma futura admistradora, marketeira, ou seja lá qual for  o meu destino profissional capitalista, que me enriquecerá.

    Finalizada a primeira etapa de um futuro promissor, – uma vaga na universidade – agora vamos para a segunda fase. Por início, as malas. Ah, essas já estão prontas há algumas semanas, e o não cabível dentro das mesmas, devidamente separado. Furtei alguns livros do Homem da casa. Entre eles, um livro sobre marketing. Eu espero de toda minha alma capitalista que eu mantenha essa empolgação durante os próximos 5, ou quem sabe, melhor ainda, de acordo com meus planos, 6 anos. Depois os critérios de empolgação ão de sofrer mudanças. O foco sempre muda!

   óculos de grau – amanhã;

   formatação – Ok;

   livros – Ok;

   cartões – Ok;

   matrícula – Ok;

   fotos reveladas – sexta-feira;

   malas – prontas;

   livros –  Ok

   luminária, secador – Ok

   comprar ketchup.

   Listas, listas, listas, listas, listas, é isso que alimenta uma mudança, uma viagem, a vida. Listas… e a bagunça.

   Pois é, como lido, finalmente terei meus inúteis óculos de grau, com seu 0 vírgula alguma coisa míope, que talvez o único motivo de ter dado algum número depois da vírgula, foi meu psicológico na hora da consulta pensando, “Você precisa mostrar ter algum problema ocular, vamos garota, aquilo é um V não um X”. O importante é que enfim o terei. Mais um sonho realizado. É, eu tenho alguns meros sonhos medíocres…

   Bom, eu não poderia deixar de compartilhar depois de tantos desabafos vestibulídicos, os quais agora, por favor, chega Barbara, mesmo que no fundo eu adore falar sobre, e usar vírgulas, como estás percebendo, nessas últimas frases, palavras, letras, e afins. Enfim, depois de tudo isso, eu tenho de compartilhar o momento da mudança literal. Afinal eu vou morar sozinha. Mas não é o fato de morar sozinha simplesmente. Com todo meu amor de infância por esta vila chamada São Miguel do Iguaçu, a qual residi 18 anos da minha vida, eu finalmente, vou conquistar o que tanto quis. SUMIR DAQUI! Eu disse, com todo meu amor de infância. Sem ofenças. Eu sei que algumas coisas que gostaria de fugir daqui, vão acabar se esbarrando em mim por lá, ou esbarrando meus ouvidos, sertanejicamente falando. Mas eu sei abstrair até mesmo sons da minha vida. Vou sobreviver, e manter o bom gosto musical vivo. Ao menos em mim! Por-taaaaaaaaaaaaanto, eu estou hoje aqui, por puro respeito aos meus meros leitores blogais. Que existem sim, apesar da ausência de comentários. Mas tenho números de visitações, e isso me obriga a deixá-los por dentro da minha jornada vital feliz. Mas devo admitir. O hiato criativo está me afetando muito nos últimos dias. Nesta frase está explicada a frequência questionável de publicações. Hoje enfim, eu venho aqui, apenas para conversar, falar, e sem compromisso de finalidade para esta publicação. E sem compromisso de muito entretenimento, afinal, é a publicação mais sem graça feita até hoje! E é muito irritante repetir a palavra publicação tantas vezes, no mesmo parágrafo. Mas não tem nenhum corretor maldito de redação para descontar pontos preciosos da minha nota no vestibular.

   O guarda-roupa só está conservando ainda, o que é fácil amassar. O resto já ocupa todo o espaço de duas malas, caixas, bolsas, sacolas. E meu quarto em Maringá está à minha espera. Eu ainda tenho algumas coisas a aprender, as quais evitei colocar na lista, porque chega a ser humilhante para uma garota de quase 19 anos – Why God, why? Joey diria. Como utilizar uma máquina de lavar roupas? Como lavar roupas? Porque meu arroz ou fica sem sal, ou fica uma papa? Como se faz café? Cartão de crédito, débito… Paiê! Olha, pode parecer fácil tudo isso. E é, convenhamos. Mas nos últimos 12 meses, a única coisa que eu fazia, era dormir, ler, resolver, chorar, pensar, sentar, comer, me drogar cafeínamente falando, escrever, sonhar, comer, dormir, acordar, levantar, ler, ler, estudar, resolver, chorar. Passar! Concluindo, não tenho a obrigação de ser craquíssima nos afazeres em fase de aprendizagem, citados acima.

   Falando em afazeres. Tenho outros importantes a fazer. Preciso começar a malhar, apesar de não me imaginar fazendo isso. Praticar meu hobbie de dança seriamente. Terminar meu inglês, depois espanhol, e depois… ainda estou pensando. Uma língua de cada vez. Aprender matemática, e afins.

   Mas por enquanto, eu fico com as malas, vou me despedindo dessa sãomiguelístidade, e começando a virar uma maringaense soltando o “né?” sem sentido, com frequência…

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One Comment leave one →
  1. Gabi permalink
    10/02/2011 2:20 AM

    óculos de grau, um sonho realizado, barbara??? WTF!!!!
    ahhaahahahahaha
    Tudo se aprende, na marra!
    enjoy.

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