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Lá no fim da rua Torres…

02/03/2011

… existia uma garotinha. Se chamava Barbara, e vivia em sua casinha. Ela morava em uma cidade, consideravelmente pequenina. Mas sinceramente não ligava, até que chegou um dia! Ela crescia, raciocinando percebia, o mundo era tão grande, e ela enfim se convencia. Chegaria o dia, em que ela conseguiria. Conheceria o que até então, apenas percebia. Intermédio de filme ou fotografia. Quanto mais crescia, se decidia. Até que enfim, chegou o grande dia! – não que cessaram suas pretensões. Grandes dias virão, ela afirma…

Cá estou meros leitores! Cá estou. Na mais ativa atividade  e seus verbos – pensar, planejar, descobrir, encontrar, assustar, encantar, caminhar, degustar, economizar… Pois é, coisas que nunca me imaginei fazer, eis que faço. Controlando minhas moedas preciosas, as quais, podem proporcionar-me um almoço, singularmente nos meus gostos, delicioso. Ok, não hei de apelar muito. Mas pelo 1,60 aquele peixe, ou aquele picadinho são divinos para qualquer universitário mão-de-vaca. Para quem me conhece bem, hão de duvidar desse relato no instante em que informado. Mas sim meus caros. Tornei-me controladora do meu dinheiro. Uma administradora tem de ser, claro. Conheci que não tem muita coisa melhor do que usar cartão de crédito! Simplesmente você não sente o dinheiro abandonar-te. Hoje, por exemplo. Uma complexa pasta, digo complexa pelas suas divisórias desejáveis por mim desde muito, principalmente quando pequena, que ia à loja de minha Mãe, e mais um dos meus sonhos medíocres infantis, era mexer na pastinha com fichas e suas divisórias, aonde os dedos do ser em poder diante de pasta, move as divisões, como se os dedos corressem… Como me perco ao relatar… Retornando ao princípio, o tanto de xérox que a faculdade exige de seu acadêmico,  o faz adquirir, sabe-se lá como, uma certa organização para não se perder nas folhas falhas e pretas com seu branco. Grampeadas, clipadas. Fui hoje a um lugar, que não conto onde. O xérox era de fato, muito mais barato. O que chega a ser contraditório, certo UEM? Enquanto eram xerocadas as tantas páginas que em breve me fariam entrar na fase “entendendo Chiavenato”, comecei a olhar as pastas, que no mesmo dia, havia colocado como lembrete à comprar em minha agenda vermelha, pequena, mas útil. Dei início inconsciente, pelas mais caras. Coisa de Barbara. Olhando estas, automaticamente descartei as chances de comprar a tal pasta. Parei a procura. O xérox começou a entediar-me novamente. Voltei às pastas, e eis que encontro uma 5 reais mais barata. Pensei, pensei. Como nunca fiz. Abri o pacote. Como pouco ousaria fazer em tempos remotos. E enfim, resolvi comprar. A princípio compraria em dinheiro vivo. Mas comecei a fazer minhas ligações mentais. O dinheiro tenderia a acabar muito rápido, eu precisaria ir até o caixa eletrônico retirar mais, apesar de adorar ver notas saindo de uma máquina, especialmente para você, isso me tomaria tempo, e tempo é o que um universitário precisa. Lembrei-me também, claro, do pastel que degustaria mais tarde, da pamonha, amora, e suco de laranja que eu pretendia comprar… eis que lembro-me do cartão de crédito. Abençoado seja esse. Fui de imediato adquirir a pasta desejada, depois de muito pensar, e em breve as páginas xerocadas estariam prontas, para voltar para casa, e entender Chiavenato…

Resolvi tardar qualquer publicação sobre as novas vivências Maringaenses, por razões blogais. Você precisa de conteúdo para criar alguma publicação. Inspiração. E quanto mais tempo levasse, mais mínimas e complementares coisas, teria a contar. Bom, após o bilhete lido, recuperei-me do insulto emocional, e comecei a perceber que estava de fato, morando sozinha. Que algo teria de comer naquela noite. Acabei inaugurando minha primeira noite em Maringá, ouvindo samba, samba, e depois forró. E digo-lhes que o samba está me perseguindo por cá, e estou a adorar tal perseguição. No domingo, a intensidade de expectativas, idealizações criavam-se na minha cabeça. E qual roupa usaria na tradição Universitária do Brasil. O trote! Troteiem-me veteranos. Eu sonhei com este dia o ano todo. Troteada fui! Tintada fui! Farinhada fui! Pincelada fui! A lá mendiga agi! E muito dinheiro consegui! Revoltada fiquei! E meus calouros ano que vem, estes hão de sofrer! Iniciaram-se as aulas de fato. Posso estar redondamente enganada, mas a justificação de na primeira semana, a calmaria, tranquilidade, nos conteúdos aplicados, devem-se à 2 fatos. Era a primeira semana. Não que isso deveria influir em alguma coisa. Mas talvez seja certa dó dos calouros. E claro, o motivo relatado na publicação deprimível anterior. O ano começa depois do carnaval!

Para minha angustiada tensão pré-faculdade, eu estou adorando as aulas. É claro que aparecem-me os veteranos à dizer “Ah, essa empolgação calourídica, ha ha ha, logo passa!”. Eu não vejo graça nessa teoria, e posso estar enganada sendo cética quanto à sua validade. Mas sim, empolgada estou. E sim! Pretendo manter esse estado de espírito. Porque é quando você entra na Universidade, ou deveria ser para a maioria das pessoas. Que tudo depende de você, ali, se entregar para chegar aonde quer. Eu não fiz tanto esforço, que será ignorante perto dos próximos, para conseguir minha vaga, e desperdiçar assim, tão fácil. Eu admito que estou um tanto quanto afobada nos afazeres. São tantas oportunidades de iniciação graduativa. Tantas coisas que para se destacar dentre os futuros 160 administradores formados, reduzindo à apenas UEM, no mesmo ano que eu, que preciso ser a Melhor! Seguirei a teoria vestibulídica. Pense no primeiro colocado, não só pense, claro. Mas eu pensei, cada vez que abria uma apostila, lia um livro, ou dava oi pro porteiro do cursinho. Você é bacana meu caro, mas não estou afim de vê-lo ano que vem. Por uma simples questão de ambiente, nada pessoal. Cursinho te frustra. Mas te torna outra pessoa. Alguns se perdem no caminho, como eu estou me perdendo nesse texto. Mas a questão é o Foco! E é essa a palavra que eu estou carregando comigo, terei meus deslizes, mas é preciso se destacar. Meu Foco inclusive, vai até aos sonhos literais. Tirei meu cochilo-não-deveria há pouco, e tive o sonho de que seria aceita na Empresa Júnior que quero, mesmo, entrar. Estou apostando todas as minhas tardes para tal. E tantos outros planos me regem cada momento que um professor conta algo inspirador, de um Administrador, ou um aluno deste. Eu sinceramente, comecei a sentir minha alma administradora brotar. E eu estou em perfeita sintonia com esta. E em perfeita sintonia com UEM. A acho linda! E não devo conhecer 1\4 da mesma. Mas você caminha por ela, e escuta pássaros. Você está na aula, olha pela janela, e flagra uma quantidade significativa de pássaros voarem em bando, abandonando uma das tantas árvores da UEM. Você na espera em fila, do RU, mas a fila do dia de bisteca de boi, o qual atrai até mesmo os cachorros. Só ali, e somente ali, ao lado da interminável fila, haviam 7. Entediado, você os observa. Mais um fato considerável sobre minha adoração por Maringá. A faixa de pedestres. Não estou acostumada com essa preferência, apesar de saber que a maioria das cidades respeite tal. Mas aqui isso torna-se diferente. Você nem precisa ameaçar passar na faixa, que os carros abrem alas para os Universitários e seus tênis sofridos. Com faces simpáticas para complementar. E se querem saber, para resumir tudo o dito. Estou adorando tudo! Mas agora, meu estômago pede pastel, e o pastel pede ferinha, que remete à pamonha com seu cheiro de milho… mais tarde, entender Chiavenato.


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3 Comentários leave one →
  1. noerli permalink
    20/03/2011 5:01 PM

    OI BAH, SÓ HOJE CONSEGUI LER TUDO E COM MUITA CALMA…
    VC É DEMAIS..
    IMAGINE AGORA O PESSOAL LÁ NA CASA DA VÓ MARIA COMENDO MACARRONADA E BOLO BOLO DE NIVER DELA.
    BJ

  2. Paula permalink
    03/03/2011 11:09 PM

    Aí minha garota…como é bom ler estes seus comentários!!! Essa administradora será uma grande escritora!!! E muito bom vivenciar estes seus momentos tao importante!!! Um bjao madrinha paula

  3. 03/03/2011 12:52 AM

    Sou suspeito prá comentar alguma coisa… mas você consegue descrever sentimentos como ninguém… e quando a gente lê coisas que o coração diz, inevitalmente a gente se emociona! Parabéns por externar tão bem o conteúdo do seu coração. Beijos…

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