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Vamos de curta

28/11/2011

To numa dessas de curtas… E como pensar em animações sem lembrarmo-nos de Tim Burton? Suas adoráveis histórias, sejam sombrias, sejam loucas, com os traços que só ele sabe fazer. Já compartilhei por cá um curta dele, mas vamos variar, mesmo que a variação remeta ao mesmo. Hoje vamos de  Andrey Shushkov e seu projeto de graduação. A história, os traços, a fotografia, o estilo, a sonoridade… A invenção do amor!

 

E é nesse embalo do coração que trago mais um curta adorável. É hora de quebrar mais um pré-conceito, ao menos que me pertencia há um tempo atrás. Curtas metragens longe da animação. Não sei porque cargas d’água coloquei na minha cabeça que curtas com seres vivos seriam ruins. Talvez seja um trauma de quando eu fui com o colégio, acredito eu, em um projeto de cinema assistir curtas amadores. Péssimos, diga-se de passagem. Só posso ter pego trauma. Mas o tal quebrou-se após assistir ‘I’m Here’, que aliás, fica como mais uma dica, e que tem aquela pitada de algo não real… Quem sabe, não ainda. Não sei porque, mas SIGNS, abaixo, lembrou-me de 500 days of summer, pode ser unicamente pela semelhança com a mocinha, mas enfim, não deixa a desejar. Trata-se de algo essencial para nós e este blog. Não, não é o amor. É a comunicação, meus caros.

 

Porque a vida não é feita só de longas e delongas.

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