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Word Rocks and World Rock’s!

26/04/2012

Nos  últimos tempos aquele lema “Fazer o bem sem olhar a quem” vem fazendo mais e mais sentido para mim. Desde o ato de levantar às 8h da manhã em um sábado e ir a uma ONG para fazer alguma diferença na vida daquelas crianças, quanto dar uma palavra positiva para alguém que ao menos faça lhe despertar um sorriso, a qual provavelmente eu nem conheça. Já havia visto muitas coisas bacanas do tipo pela web e me inspirado. Mas não coloquei nada em prática. Nessa semana parece que essas atitudes querem que eu as aplique, de tanto aparecerem e aparecerem no meu focinho.

Descobri a Corrente do Bem essa semana, a qual ganha ainda mais força no dia 26 de abril, hoje, o Dia Mundial da Boa Ação. Rapidamente adorei a iniciativa! Logo a Imaginarium, que é apoiadora da causa pelo segundo ano consecutivo, publicou em seu blog algo diretamente relacionado a tal – e persistiu o dia compartilhando o que rolou na rede da imaginação. Um garotinho de apenas 10 anos teve a ideia de pegar rochas e escrever belas palavras para qualquer desconhecido, espalhando-as lá pelas praias da Califórnia. Como toda boa ideia, esta também se propagou e continua compartilhando Word Rocks! Essas pequenas ações, tão simples, fazem total sentido para mim. Às vezes andamos com tanta pressa, estressados e principalmente preocupados, que não paramos um segundo se quer para refletir um pouco no porque se está fazendo aquilo e isso, ou mesmo dar um sorriso, apreciar a paisagem à volta. E aí, vem um desconhecido que escreveu um “Relaxa aí” em uma pedra, a coloca justamente naquele banco ou naquele caixa eletrônico que você ia pagar uma conta, e te faz parar um pouco para pensar, ou até rir de si mesmo.

A Boa Ação hoje passou por cidades como Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, entre outras adeptas, e estas foram ao ar literalmente fazendo inúmeras pessoas sorrirem. Mas eu juro que eu tentei dar meu máximo, assim, de última hora. A chuva estragou o que eu realmente apreciaria: pendurar recadinhos nas árvores. Porém, como as gotas persistiram, fiz minha parte passando a diante a ideia do garoto de 7 anos e espalhei algumas pedrinhas, ou seja, poucas, com uma doce palavra e um pequeno papel UEM à fora. Na volta, vi que todos haviam sumido, e isso bastou!

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