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Lupaluna

06/07/2012

Sei que aqui acontece um atraso, mas não poderia deixar de compartilhar o festival Lupaluna por cá. Falando em atraso, essa foi uma das palavras que marcaram esse festival para uma certa excursão de jovens universitários maringaenses. Um motorista que entrou em uma rodovia na contramão, não sabia o caminho e se perdeu talvez não tenha frustrado mais minha irmã do chegar atrasada em um dos maiores motivos para ir nesse festival, o show da Céu. Felizmente, depois de chegarmos euforicamente, procurarmos o palco em que a moça cantarolava loucamente, tivemos o prazer de ouvir apenas a última música. Que linda e que voz!

Enquanto um dos maiores motivos da minha irmã era Céu, o meu era Los Hermanos, e este sem atrasos! Até então o único show que eu já havia ido com aquele feeling de fãzisse ridícula foi Sandy & Júnior. Já era hora de superar, convenhamos. E superou-se lindamente! Los Hermanos é aquela banda que praticamente cresceu com você, que você com 8 anos de idade cantava as músicas no Karaokê, teve o nome de uma equipe de gincana do colégio com o nome da banda, e você teve a oportunidade de assistir a um show da turnê de despedida dela, com músicas que representam algo para você, ou te fazem lembrar de alguém, as quais vivem tocando no seu Mp3 velho e riscado. Enfim, já posso dizer que foi o melhor show da minha vida? Acho que sim! Meu berros responderiam isso surdamente, e mesmo sendo coisa 90’s, foi incrível.

Tudo bem que os moços não cantarolaram Mais uma Canção, mas isso foi insignificante perto da emoção de cantar junto ao coral a clássica Ana Júlia, Sentimental, Vencedor, Morena… A lista é grande. E aqueles minutos de fogos no fim não poderiam ser melhor para uma despedida!

Terminados os shows essenciais, passa a ser hora de curtir o que vier, correr de palco em palco e achar o melhor som para o momento. Um deles foi Lenine, o qual eu não tinha tanto conhecimento, mas Disritmia abalou corações. Outra banda que não conhecia muito bem era Buena Vista. Que banda! Sons latinos naturalmente me conquistam, e músicas a lá Salsa e Zouk não deram paz aos meus pés. Marcelo D2 foi um cara que eu não colocava tanta fé no show, apesar de curtir as músicas, mas fui surpreendida. Não dava para ficar parada: ou você canta ou você samba.

Criolo é aquele típico cantor que sei que é bom, mas não vou atrás. Aí surge um festival e faz o favor para você de mostrar que estava certa e deve parar de ser preguiçosa. Só perdeu para Los Hermanos. O show foi de fato incrível! Ninguém consegue ficar parado olhando simplesmente, e eu que tenho meu gosto musical nessa onda de Hip Hop e Rap curti cada momento, mesmo não conhecendo muita coisa. Além do cara se emocionar e conseguir fazer isso com todo o resto, ele coloca todo mundo para cantar e curtir com a mesma facilidade.

O festival foi incrível e valeu cada centavo. Para quem mora pertinho de Curitiba, vale muito a pena ir nos próximos. Pelo histórico, sempre comparecem ótimas bandas e é um valor bem acessível. Para quem não mora por lá, aconselho ir com excursão – todos na mesma vibe e aquele preço que estudante universitário gosta! Outra dica é: Por favor, vá quentinho… É Curitiba!

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