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Ano novo, lista nova

08/01/2015

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Acho que não é novidade para ninguém, mas quando um novo ano se aproxima, parece que alguma coisa lá dentro da gente se acende. Esse momento me faz olhar para trás e ver os planos e metas que defini para os 365 dias anteriores, o que aconteceu ou não aconteceu, como algumas coisas importavam mais naquele início de ano e agora parece que surgiram muitas outras vontades e prioridades. Nessa mistura de lembrar o que passou, uma espécie de ciclo se fecha e parece que aquilo lá dentro que se acende me faz esquecer de todo o cansaço de trabalho, estudos e preocupações, e mostra que existe uma nova oportunidade de iniciar tudo, que sim, você pode o que quiser. Você tem tempo na frente do mar e com os pés na areia para refletir, se organizar e recomeçar. Aquela agenda velha vai para a gaveta e chega a hora de comprar uma nova, cheia de folhas em branco esperando para ser completada por outros compromissos e oportunidades. Bom, pelo menos são essas as sensações que eu sinto quando um novo ano se aproxima, mas especialmente quando ele começa – e é tão bom!

Quem me conhece sabe muito bem que eu sou uma pessoa cheia de planos, sonhos e que a minha vontade é de abraçar o mundo e fazer tudo que me der na telha, mesmo que 24h em um dia, 7 dias por semana, 30 dias em um mês e 365 dias no ano sejam incapazes de oferecer tempo o suficiente para realizá-las. Mesmo sabendo disso, eu não consigo evitar e sempre acredito que é possível chegar lá. Não que eu tenha tido um patinete de motor ou feito curso de computação, mas no ano que acabou de passar, as expectativas realistas da minha listinha de fim de ano foram superadas. Eu simplesmente vivi um ano repleto de sonhos e objetivos alcançados, desde um imprevisto em Paris, os trabalhos voluntários que fiz naqueles países, os lugares que não imaginava conhecer tão cedo, conquistar o trabalho que sonhava… e, como resultado disso tudo, uma prova de que essa coisa que se acende no fim do ano vale a pena.

Há muitos anos eu criei uma tradição pessoal de virada de ano onde registro oficialmente meus objetivos para o próximo. Em 2003, por exemplo, por mais genéricos e ousados que possam parecer meus desejos e metas (não querendo me exibir, mas o aluna destaque foi um que pode-se considerar cumprido), do tipo “tudo de bom que eu necessitar”, é uma prova de que eu acredito no poder dessa reflexão e do despertar lá de dentro que o fim e início de ano proporcionam. 2015 não está sendo diferente, aliás, está sendo bem mais ousado do que um patinete de motor. O resultado de tanta reflexão na beira da praia foi o equivalente a umas 5 folhinhas muito mais cheias de ousadia do que essa no auge dos meus grandes 10 aninhos. Se os objetivos vão aumentando conforme a idade, acho que terei sérios problemas em 2016, mas o incrível é que parece que sempre vou acreditar que é possível. Bom, mas para garantir, vamos ser práticos como eu era naquela época…

Por um 2015 com tudo de bom que eu necessitar!

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